De Castigo

Vai daí que aquela rama de salsa crespa, semi-desmaiada, aquela mesma, que foi esquecida fora d’água em dias de tempo seco por demais, não foi desperdiçada.

Amarrei-lhe um barbante nos pés juntos, pendurei todo mundo de cabeça para baixo na prateleira e depois de uma semana a “peça decorativa” perde uns galhinhos a cada vez que invento uma cozinhança. Esfrego umas quantas folhas entre os dedos e alegro o que estiver na mira. É a redenção da salsa crespa, que sai do castigo para ornar e perfumar omeletes, risotos, sopas rápidas, guisadinhos e gororobas mil. Um castigo temporário, portanto, bem melhor do que o fundo do lixo.

Publicado por Dadivosa em


8 comentários em “De Castigo

  1. Cátia Milhomens

    Olá Dadivosa!

    Também morro de dó de descartar um temperinho só por que está murchinho. Uso em pratos onde serão cozidos ou deixo secar (nunca chegaram a secar, sempre uso antes) embrulhadinhos em papel toalha dentro do armário.

    Com carinho
    Cátia Milhomens

    Responder
  2. judy

    Que fim nobre!
    Valeu o sacrífio da salsa que cumpriu até as últimas folhinhas seu valoroso papel de dar alegria, cor e sabor para a comidinha nossa de cada dia!
    Abraço,

    Responder
  3. Ana Luiza Schifflers

    Minha mãe faz exatamente a mesma coisa quando alguma erva resolve se rebelar!rs…
    E mesmo nessa forma fica bom, apesar de que fresquinha é a melhor coisa do mundo!

    Adorei seu blog, achei por acaso! E espero que sua estada na Espanha esteja sendo de otima valia! Pelo que pude ler até agora está aproveitando!!

    Enfim, conheça meu cantinho também!!! É novo, mas bem cuidado!!rs

    http://www.artedetemperar.blogspot.com

    Beijokas!

    Oi, Ana. A Espanha foi incrível, já estou de volta pra casa pros amigos e família :) Obrigada pela visita! Um beijo ;***

    Responder

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